sábado, 30 de junho de 2007

Ask Me Anything!

I've got nothin' to say
I've got nothin' to say
I've got nothin' to say
I've got nothin' to say
I've got nothin' to give
Got no reason to live
But I will fight to survive
I've got nothin' to hide
Wish I wasn't so shy
I'd like to watch
I'd like to read
I'd like a part
I'd like the lead
But I've got nothin' to say
?!

sexta-feira, 29 de junho de 2007

quinta-feira, 28 de junho de 2007

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Dwight McCarthy say:


-Get me a hardtop with a decent engine and make sure it's got a big trunk.

vai fundo no scroll!

eu sei que post 'enooormes', não incentivam a leitura,
mais esse não podia faltar!

à propósito, esta maravilhosa foto, é a avenida Jabaquara em sp, em abril de 1976. e foi minha antiga amiga Dizzy, que me passou, acredito que foi a mãe dela que fotografou!
:D

a última noite.


A última noite
por Leonardo

Ele seguia torto e sem direção por aquela rua mal iluminada. Parece que tinham quebrado um poste, só suspeitava. Tinha acabado de sair de uma festa. Festa adolescente. Sexo, drogas e rock’n’roll. É até engraçado falar assim, parece tão antiquado. Ter 17 anos em qualquer época é só ter 17 anos.
Caminhava consciente mas não totalmente certo para onde rumava. Fumava. Suas mãos amareladas mostravam um antigo conhecedor do vício. Sempre odiou cigarro, quando criança, seus pais fumavam muito e o cheiro impregnava em toda sua roupa. Mas cresceu e vocês sabem, um trago ali pra aparecer outro aqui pra impressionar uma garota e acaba viciado. É sempre assim.
O cabelo em desalinho, fato que o deixava até certo ponto elegante, sentiu uma mão fria e nervosa puxando-o para dentro de uma casa que pensava não existir, por tão escondida. Tocava música clássica. Claire de Lune. O lugar era estranho, parecia um sonho feio. Meio zonzo, sentiu a mão o puxar para dançar e deixou-se levar. Agora encarava bem a pessoa. Lembrava sua avó. Era feia, enrugada, mas tinha um ótimo odor. E não era perfume, algumas pessoas cheiram bem e só isso.
A distinta senhora repousou-o numa poltrona antiga e gasta e saiu do cômodo. Ele sentiu-se bem, com dor de estômago, mas bem. Não sabia o que estava fazendo ali, mas gostou do lugar. Pegou um bombom de licor de menta na bombonière. Havia alguns quadros na parede, muito mal pintados. Apenas uma reprodução mal feita de um Picasso menor o interessou. Ele conhecia um pouco de arte, sua mãe o levava quase sempre a museus e exposições. Gostava de ver, mas achava as pessoas que freqüentavam esses lugares umas chatas e arrogantes. Apenas querendo mostrar aos outros o quanto eram inteligentes e superiores. Preferia ter uma boa conversa no bar da esquina, bebendo com aquele dono legal e bigodudo a estar numa rodinha de intelectuais homossexuais e babacas. Sim, era preconceituoso e não ligava pra isso. Quem quer ser politicamente correto que vá para os estados unidos.
Enquanto pensava e observava todos os detalhes da sala, a senhora voltou com uma xícara de café. Uma enorme xícara de café. Ele veio afavelmente e entregou-lhe a xícara e tomou um gole tímido, como se tivesse medo que ela tivesse posto algo no café.
por que a senhora me puxou pra cá?
eu preciso lhe falar uma coisa, garoto.
garoto? eu? ô, minha senhora, eu já tô com quase dezoito anos.
que bom... eu lembro quando eu tinha dezoito anos. Eu era feliz.
aaaaa, por favor. desculpe-me mas eu não tô afim de ouvir histórias da senhora. já sei, a senhora me chamou aqui pra ficar ouvindo as suas histórias e suas lembranças porque ninguém mais a ouve, seus quatro filhos e dez netos nunca vieram ver a senhora e me pegou na rua porque pareço com alguém que a senhora se apaixonou mas não casou com ele porque ele era filho de fazendeiro e estava de casamento marcado e a pessoa com quem ele iria se casar era sua amiga, daí a senhora foi no casamento e tentou roubá-lo como o Dustin Hoffman fez com aquela moça, filha da mulher que ele comeu na Primeira Noite de um homem. Eu até gosto daquele filme, aquela música do simon e garfunkel é relaxante e me lembra uma garota de olhos cor-de-mel.
como os homens dessa idade são babacas.
Disse isso, levantou-se e seguiu para outro canto escuro da casa. Ele sentiu-se mal e seu estômago ajudou-o a deprimir-se. Tomou a xícara de café inteira e ficou observando os desenhinhos da xícara. Levantou-se e procurou pela mulher, ela estava de costas para a porta vendo uns recortes de jornal e algumas fotos. Procurou não olhar, não ser intrometido. Observou-a melhor. Ela tinha um belo corpo pra idade, com certeza quando era jovem era muito bonita. Percebia isso pelos traços e parecia também ser uma mulher muito fina, uma dama. Tipo aquelas mulheres cheias de graça que aparecem nas colunas sociais todo domingo nos jornais. Viu a gaveta da cômoda entreaberta e percebeu várias jóias, que só aumentaram a sua ‘suspeita’ daquela mulher pelo menos ter sido ‘alguém importante’.
eu tenho uma doença rara e posso morrer a qualquer momento.
Nisso caiu uma lágrima dos olhos tristes da senhora. O coração dele apertou e sentiu um calafrio estranho. Sentia-se, agora, tão íntimo dela. Era estranho. Tentou apenas não ser indiferente.
meus pêsames. isso é tudo que as pessoas me dizem.
viu... me desculpe pelo o que eu disse na sala.
udo bem, tô acostumada com meninos de 17 anos.
Não entendeu, mas prosseguiu.
minha senhora...
meu nome é maria, pode me chamar pelo nome. nome de santa.
Nisso, sorriu amargamente e olhou pra cima, como todos fazem, pedindo ajuda divina pra algum problema ou apenas querendo explicações lógicas para todas as coisas ilógicas que acontecem na sua vida.
dona maria...
não sou dona de nada nesse mundo.
tá bom, maria, não quero ser indelicado mas o que a senhora quer de mim?
bem, por toda a minha vida eu fui prostituta...
Os olhos arregalaram-se.
...e quando te vi passando, é você estava certo numa coisa: você é idêntico a uma pessoa com a qual eu me apaixonei. ele era lindo, o homem mais lindo que já conheci. a gente namorava, eu era completamente apaixonada por ele, mas ele não sabia que eu era prostituta. uma vez um amigo dele me viu e contou pra ele. nunca mais o vi. soube que casou com uma mulher bonita, filha de um gerente de banco. continuei vivendo assim até alguns anos atrás, quando larguei da ‘profissão’. só fiquei com um cliente, um político aí que me sustenta. a maioria dessas jóias foi ele quem me deu e aqueles quadros na parede da sala foi a mulher dele que pintou e deu pra ele pôr no escritório dele.
nossa, que história, dá um livro.
um livro não sei, mas deve ser legal escrever uma história assim. se você quiser...
é pra isso que a senhora me pegou?
não, eu falei pra você da doença, né? então, eu posso morrer a qualquer momento e como você me apareceu de repente e lembrou-me dele eu queria...
Nesse instante ela esperou um pouco, pensou. Talvez tenha pensado em não dizer o que realmente queria dizer. Levantou-se e foi até ele, pegou na mão dele e disse com uma voz doce, de quem realmente já foi prostituta um dia.
queria que você fosse meu último homem.
Sua primeira reação foi de espanto. Tirou a mão dela da sua e afastou-se. Ela percebeu o espanto e tentou pedir desculpas. Enquanto ela ensaiava as primeiras palavras ele deu-lhe um beijo. Ela foi a sala e pôs música clássica de novo. Agora Chopin. Fez todo o ritual de sexo que fazia com seus clientes. Ele sentia-se estranho, mas não incomodado. O corpo dela, claro, era diferente. Velho, usado, quase morto. Não chupou os peitos dela nem a xoxota. Não teve coragem, mas não disse nada. Ficou por baixo e ela fez o serviço sozinha. Foi o sexomais mecânico que fez. Gozou. Ela chupou-o e limpou-o. Dormiram o dia inteiro. No dia seguinte, acordou quase de madrugada. Ela dormia. Pôs sua roupa amarrotada e suja, deu um singelo beijo na testa dela e passou a mão sobre os cabelos pintados de negro. Antes de sair, colocou música clássica bem baixinho pra ela ouvir. Saiu pela porta sentindo-se homem. Não sabia porque. Só sentia.
Prometeu a si nunca mais passar naquela rua. E realmente nunca mais passou (ou fez o possível para não passar). No entanto, procurou durante o resto da sua vida o nome dela nos óbitos nos jornais.

domingo, 24 de junho de 2007

A Cegonha Chegou!

lembra que eu tinha dito que meu amigo Marcelo, iria ser papai?!



o dono dessas bochechas fofas é Marcelo Júnior, que nasceu na quinta feira as 11hrs e 50min (bebê britânico, chegou antes!), com 2,805 kg e 48cm e faz três dia que seu pai não dorme de tanta felicidade! :D
esta é a primeira foto publicada do bebê, que tio mais orgulhoso, hãn! :}
cresça logo, Marcelinho!

enquanto isso...

...em Glastonbury!

sábado, 23 de junho de 2007

Glastonbury.


"Glastonbury, Inglaterra - o maior festival de música e artes realizado ao ar livre do mundo, começou ontem sexta feira com número recorde de 177.500 pessoas enfrentando a chuva para ouvir os roqueiros ingleses do Arctic Monkeys (na foto), a islandesa Björk e o assombroso som da banda canadense Arcade Fire..."

entre as demais bandas que se apresentam nesta sexta-feira estão o Kasabian, Bloc Party, Modest Mouse, Bright Eyes, Super Furry Animals, Fratellis e Mr Hudson and the Library

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! :B

quarta-feira, 20 de junho de 2007


tô doente, o comentário fica pra amanha! :/

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Rufus Wainwright




Rufus Wainwright, ou 'the gay messiah' como é conhecido por cantar uma música sobre um messias gay que iria renascer, vindo de um filme pornô dos anos 70. é um dos cantores folk mais prestigiados do momento, com fãs famosos, como Elton John, Michael Stipe e Martin Scorsesse. Wainwright de 33 anos não se deixa abalar e é também um dos mais expressivos ícones gay masculinos da atualidade, falando abertamente de seus amores em suas canções, sem cair na retórica reacionária ou "heterofóbica", Rufus prova que seu talento não se difere a sua opção sexual.filho dos cantores Loundon Wainwright e Kate McGarrigle, conhecidos no cenário folk dos anos 70, já excursionava com os pais em suas turnês com 13 anos de idade, talvez isso explica a sua paixão por ópera, uma grande inspiração para Rufus, que considera muita mais que música, uma religião.mas não foi só o passado de artista mirim que conturbou a vida de Rufus. quando saiu do armário, aos 14, conheceu um homem mais velho em um pub em Londres, o que prometia ser um passeio romântico em um parque resultou num estupro e um Rufus paranóico pelos anos seguintes e com medo de se relacionar com outras pessoas. logo após o ataque, o sr. Wainwright, passava longas horas ouvindo o "Réquiem" de Verdi, antes de ser enviado pelo pai ao MillBrook (NY), colégio interno que inspirou o filme "Sociedade dos Poetas Mortos".Em seu novo álbum "Release the Stars", o Sr. Wainwright apenas reafirma seu talento e cria seu trabalho mais acessível ao grande público, mas nem por isso diminui a qualidade. o álbum é muito bem estruturado, como toda boa música folk, seja pela influencia 'operística' ou pela beleza 'pianística'. a essência de seu criador em uma melodia simples e uma letra coesa, Na verdade soa como o mesmo Rufus de sempre só que mais feliz.


para baixar:
Rufus

mais vale um tapa na cara!



- Será que eles já foram embora?
- Não sei...
- A gente não pode ficar aqui para sempre.
- Eu sei disso, mas o que a gente pode fazer? Tu quer arriscar sair daqui?
- Ai, ai, é arriscado.
- Pois é, se a gente sai e eles ainda estão aí, eles podem pegar a gente, mas se eles já tiverem saído, a gente finalmente vai poder sair daqui.
- O que você acha melhor?
- O que você decidir para mim está bom.
- Mas dá a tua opinião, só para mim poder decidir democraticamente.
- Democraticamente?
- É, e eu só posso fazer isso se você me disser a sua opinião.
- Me desculpe, mas eu acho que a democracia não funciona. Sou a favor de ter um ditador. Como dizia meu avô: "Democracia é burocracia."
- Vamos deixar de lado as opiniões pessoais e vamos decidir de uma vez se nós saímos ou não daqui.
- Eu acho que se nós sairmos, há duas possibilidades: Eles podem estar ou podem não estar ali.
- Não brinca.
- Sério, é só você pensar.
- Eu sei disso, estou apenas sendo irônico.
- Ahn?
- Esquece. Agora, no momento, nós temos que discutir o que faremos, se sairemos desse lugar ou se continuaremos aqui, e, caso decidamos por continuar aqui, temos que decidir por quanto tempo ficaremos, porque não podemos ficar aqui para sempre.
- Porque não?
- Ora essa "por que não?", porque não, não temos como ficar aqui para sempre.
- Como não? Temos tudo aqui.
- Pare com isso! Não vamos e nem podemos ficar aqui para sempre, certo?
- Errado. Podemos ficar aqui para sempre, e, se quisermos, ficaremos aqui para sempre.
- Ficaríamos.
- Como?
- Ficaríamos, se eu quisesse.
- Porque? E se você não quisesse?
- Daí não ficaríamos.
- Você pensa que manda em mim? Você acha que se você não quiser ficar, não ficaremos?
- Claro. Não ficaremos, mas você, se quiser, é claro, ficará.
- Só se eu quiser.
- É lógico.
- Ah tá.
- Hummm.
- Hummm, o quê?
- Não está ouvindo?
- O quê?
- O que você ouve?
- Nada.
- Ora nada? Você ouve o som, certo?
- Certo.
- Então, quando eu pergunto se você ouve, você não pode perguntar "O quê?", pois é claro que eu estou me referindo a algum som.
- Tá, mas que som?
- Não sei, mas é um som.
- Agora eu também estou escutando.
- E o que você está escutando?
- O som.
- Tá, mas que tipo de som?
- Não sei, parece som de... de... de...
- De...?
- Ar se movendo.
- Só isso?
- Só.
- Ah, eu não aguento mais ficar aqui.
- Porque não?
- Não sei, aqui eu me sinto preso...
- Preso? Aqui nós temos bastante espaço para se mexer...
- Eu sei, mas é uma coisa... Não consigo explicar...
- Onde você se sente bem?
- Em casa.
- Sua casa é grande?
- Não muito.
- E você sai de casa?
- Não. Na verdade, só saio para trabalhar.
- E porque você não sai de casa?
- Ah, você sabe, é muito perigoso.
- Então, o que você quer melhor do que isso? Temos espaço e estamos seguros aqui.
- Certo, mas a diferença é que na minha casa eu tenho a OPÇÃO de sair de lá, enquanto aqui eu não tenho opção, a não ser ficar aqui dentro.
- Mas e se você tivesse opção, sairia daqui?
- Talvez.
- Sairia ou não?
- Impossível saber, a não ser que me fosse dada a opção.
- E se eu te disser que aquele barulho que eu ouvi foi de gente saindo?
- Eu, provavelmente, sairia, porque eu aguardava a opção de sair, e é possível que esse desejo reprimido me forçasse a sair assim que a opção foi dada. Você ouviu mesmo o som de gente saindo?
- Não.
- Então porque você fez esse joguinho, fazendo de conta que tinha ouvido? Hein, hein?
- Calma, ficar nervoso e violento não vai adiantar de nada.
- Desculpe, mas eu fico nervoso com essa idéia de não ter opção, de ser forçado a fazer uma coisa que eu não quero.
- Nós temos opção: Sair ou ficar.
- E qual você acha a melhor?
- Acho melhor você decidir.
- E eu acho melhor...
- O quê?
- Você não ouviu o barulho agora?
- Não.
- É impossível você não ter ouvido.
- Claro que é possível. Tanto é que eu não ouvi. Barulho de quê?
- Não sei, mas foi um barulho alto, como de uma batida.
- Batida de quê?
- Não sei, só sei que foi uma batida.
- Será que eles saíram agora?
- Ou será que eles entraram?
- Puta merda.
- O que?
- Não tinha pensado na hipótese de eles terem entrado.
- E agora, o que fazemos?
- Nada.
- Nada? Como assim?
- Nada. Fica aí, eu fico aqui, e se acontecer alguma coisa, a gente sai correndo. - Mas e se não acontecer nada?
- Vai acontecer.
- Como você sabe?
- Porque sempre acontece alguma coisa. A vida é nada mais nada menos que uma sucessão de acontecimentos.
- Mas e quanto tempo demorará esse acontecimento?
- Isso eu não sei.
- E se demorar anos?
- ...
- Temos que tomar uma decisão já.
- Porque agora?
- Porque sim.
- Porque essa pressa? Podemos esperar até que algo aconteça, para só então sairmos.
- Raciocina: Se acontecer alguma coisa, essa coisa será ruim, pois a única coisa que pode acontecer é eles entrarem aqui, então, ficando aqui, estamos perdendo tempo.
- Tempo de quê? O que você estaria fazendo agora, se não estivesse aqui?
- Estaria, provavelmente, assistindo TV.
- Então que tempo você estaria perdendo?
- Tempo de assistir TV.
- Oh, que tempo precioso...
- Melhor do que ficar aqui com você.
- Se você acha isso, então porque não sai?
- Porque tenho medo.
- Medo de quê?
- De eles estarem ali fora.
- Já que você não está gostando da minha companhia, eu vou sair.
- Eu vou ficar.
- Tudo bem, não quero que venha comigo.

- Você vai sair agora? Êi, êi, espera aí... Saiu. Eles estão aí fora? Ôohh! Tá me ouvindo aí de fora? Me diz alguma coisa...

acabou-se oque era doce!

... e lá se foi o final de semana!
éé, concordo, dois dias é muito
pouco para se fazer tudo que
você tem de direito, afinal você
trabalhou a semana inteira,
se esforçou durante sete dias
para ter direito a dois que
passam mais rápidos que um
no meio da semana, não é justo!
*em quadro na foto, a minha gata canela, a tv e o edredom.

domingo, 17 de junho de 2007

a cegonha tá chegando!

tá,
ainda não decidi sobre o que esse blog vai falar,
mais vou compartilhar uma boa noticia que acabei de receber;
o neném do meu amigo Marcelo, chega na quinta, e tem até hora marcada, as 13h30m, bebê britânico, outra coisa!
quem diria, que em tão pouco tempo as coisas mudariam tanto, é engraçado como o tempo passa e as coisas acontecem...
muita saúde para o bebê...

sábado, 16 de junho de 2007

alô, teste, teeeste, som, sooom!

é regra o primeiro post ter que se parecer com um começo, uma introdução?
mais afinal, começo do que, introdução pra que?
pois bem, confesso que ainda não sei por que razão, motivo ou circunstância estou criando um blog, também não sei se o mesmo terá um meio, garanto apenas um fim, então...