terça-feira, 20 de novembro de 2007

walk away


I swapped my innocence for pride
Crushed the end within my stride
Said 'I'm strong now I know that I'm a leaver"
I love the sound of you walking away, you walking away
Mascara bleeds a blackened tear
And I am cold, Yes I'm cold, But not as cold as you are
I love the sound of you walking away, you walking away
I love the sound of you walking away, walking away hey hey
Why don't you walk away?
No buildings will fall down
Won't you walk away?
No quake will split the ground
Won't you walk away?
The sun won't swallow the sky
Won't you walk away?
Statues will not cry
Won't you walk away?
Why don't you walk away?
I cannot turn to see those eyes
As apologies may rise
I must be strong and stay an unbeliever
And love the sound of you walking away, you walking away
Mascara bleeds into my eye
And I'm not cold, I am old, At least as old as you are
(La la la...)
And as you walk away?
Oh, as you walk away?
My headstone crumbles down
As you walk away?
The Hollywood wind's a howl
As you walk away?
The Kremlin's falling
As you walk away?
Radio 4 is static
As you walk away?
Oh, as you walk away?
The stab of stiletto
On a silent night
Stalin smiles
Hitler laughs
Churchill claps
Mao Tse-Tung
On the back!
listen ~ Franz Ferdinand - walk away

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

interpol fará show no brasil em março!


A banda americana Interpol fará três shows no Brasil em 2008. No dia 11 de março os roqueiros se apresentam no Via Funchal, em São Paulo, depois seguem para o Rio de Janeiro e encerram a turnê brasileira em Belo Horizonte. Os ingressos para a apresentação em São Paulo começam a ser vendidos na tarde desta terça (13), informa a organização do evento. As entradas para o show no Via Funchal custarão R$ 100 (pista), R$ 120 (mezanino) e R$ 160 (camarote). Informações sobre a venda de ingressos para os outros shows ainda não foram divulgadas.As apresentações fazem parte da turnê mundial "Our love to admire", nome do terceiro álbum da banda, lançado em julho deste ano. Formado em 1998, o Interpol faz parte da cena de rock alternativo nova-iorquina e ganhou notoriedade ao lançar seu primeiro disco em 2002, "Turn on the bright lights".

fonte: www.globo.com

mêo, que alegria, vou ficar feliz por 1 mês seguido! e depois do show por 2 meses seguidos! ;D

terça-feira, 13 de novembro de 2007

aaah, como é bom me sentir assim novamente!
achei que nunca ia passar! iráááááá! ;D
"...- finalmente esta pronta!
- eu criei a maquina do tempo
- a maquina, que não só permite ir até o futuro...
- mas, principalmente possibilita voltar ao passado.
- PORQUE VOLTAR?
- para corrigir, para acertar!
- acertar as bobagens que eu falei na hora errada...
- ... e ter as respostas que eu não tinha na hora certa.
- evitar as coisas inúteis...
- ... e algumas situações dolorosas.
- quando eu voltar no tempo, eu poderei consertar tudo isso.
- todas essas coisas que me incomodam a vida inteira, e que se não fosse por elas...
- ...eu não teria inventado,
a maquina do tempo.
- ahhh, maquina inútil!..."

sábado, 27 de outubro de 2007

chega!
afinal, este é o meu cinza e não o seu cinza!
Too long 'till fall
Sick summer in bed
You and a lazy mood
Ten times the fall
Spread, sacked, and I've failed
Nobody move, Nobody move
To far long to fall
Sat shiver in bed
You and a test of will
Too many fallen, too many failed
Nobody move, Nobody move
Days with the light off, freezing
You and I, uneasy, livid
Stop, it's too late
I'm feeling frustrated
I see no sign of fortress
I see no sign of fortress
Safe as a cootie wootie with you
Never pretend the chill
Too many shadows, too many sails
Nobody move, Nobody move
Summer is only winter with you
How can you really feel
Two of another, none of a pair
Nobody move, Nobody move
Days with the light off, freezingYou and I, uneasy, livid
Stop, it's too late
I'm feeling frustrated
I see no sign of fortress
I see no sign of fortress
Another delay, too many hassles
Where do we go
How do we follow



Pinback - fortress

terça-feira, 23 de outubro de 2007

o gosto amargo de palavras intragáveis, ecoadas ao vento.
todo este desespero, toda a angustia enquanto você ensaiava o que ia dizer, quais respostas ia dar, foi tudo em vão! ela veio preparada, para todos os "não" que fossem necessários, complicado não é digerir tudo isso, e se convencer que você perdeu, todo os planos, todos as vontades enrustidas, se foram, escorreram pelo seu rosto e na ponta do seu queixo, deixou de ser suas, deixa-as ir, será melhor! será melhor, será melhor é o que ela repete sem ao menos ter pensado sobre as consequências, sobre a possível falta, o descaso, a insensibilidade é proposital, ou eminente, nesses momentos! só queria ser como você, queria me ausentar da sã consciência, mandar tudo a merda e me segurar bem firme em conhecidos clíches, sem possibilidade de arrependimento:
-ah se for para ser, será!

domingo, 21 de outubro de 2007

mais aliviado, obrigado!

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

se ao menos no tempo eu pudesse voltar...
se ao menos no tempo eu pudesse voltar...
se ao menos no tempo eu pudesse voltar...

Do You Remember The First Time?

consegui! consegui!
consegui me lembrar o nome da música que não saia da minha cabeça!
finalmente consegui! a dúvida surgiu na segunda feira, bom, hoje é sexta!
é, eu sou realmente imprestável, inútil, descartável! :/
ouçam, PULP - Do You Remember The First Time?
gostaria que as coisas fossem fáceis como nas canções!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

ainda sem nome...



Não perca seu tempo com as preocupações banais
Tente salvar os seus dias desses cegos canibais
Nao despreze aquela ideia que voce pensou que era besta e nao conseguiu aproveitar
Ja disse um amigo meu besteira é coisa séria é preciso com ela filosofar
Pois veja o que aconteceu...
de nada adiantou aquela correria
Perdido, ele quase morreu...
meu pobre cachorrinho ainda sem nome...
Falsas articulaçoes seriam o seu passatempo...
Hipocrisia, sorriso amarelo e coisa e tal...
Seja leve e fique ébrio
Historias de um outono que passou
Céus de abril não tardarão, historias de alguem que um dia amou
Pois veja o que aconteceu...
de nada adiantou aquela correria
Perdido, ele quase morreu...
meu pobre cachorrinho ainda sem nome...
Tchurutchu...



superguidis - ainda sem nome

odeio ter memoria de peixe!

estou com uma musica na cabeça, mais não consigo me lembrar qual é!
tenho a impressão que seja alguma coisa inglesa!
droga, droga, droga!

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

VII

No quinto dia, sempre graças ao carneiro, este segredo da vida do pequeno príncipe me foi de súbito revelado.
Pergunto
-me, sem preâmbulo, como se fora o fruto de um problema muito tempo meditado em silêncio:
- Um carneiro, se come arbusto, come também as flores?
- Um carneiro come tudo que encontra.
- Mesmo as flores que tenham espinho?
- Sim. Mesmo as que têm.
- Então... para que servem os espinhos?
Eu não sabia.
Estava ocupadíssimo naquele instante, tentando desatarraxar do motor um parafuso muito apertado.
Minha pane começava parecer demasiado grave, e em, breve já não teria água para beber... - Para que servem os espinhos?
O principezinho jamais renunciava a uma pergunta, depois que a tivesse feito.
Mas eu estava irritado com o parafuso e respondi qualquer coisa:
- Espinho não serve para nada.
São pura maldade das flores.
- Oh! Mas após um silêncio, ele me disse com uma espécie de rancor:
- Não acredito!
As flores são fracas.
Ingênuas.
Defendem-se como podem.
Elas se julgam terríveis com os seus espinhos...
Não respondi.
Naquele instante eu pensava: "Se esse parafuso ainda resiste, vou fazê-lo saltar a martelo".
O principezinho perturbou-me de novo as reflexões:
- E tu pensas então que as flores...
- Ora! Eu não penso nada.
Eu respondi qualquer coisa.
Eu só me ocupo com coisas sérias!
Ele olhou-me estupefato:
- Coisas sérias!
Via-me, martelo em punho, dedos sujos de graxa, curvado sobre um feio objeto.
- Tu falas como as pessoas grandes!
Senti um pouco de vergonha.
Mas ele acrescentou, implacável:
- Tu confundes todas as coisas... Misturas tudo!
Estava realmente muito irritado.
Sacudia ao vento cabelos de ouro:
- Eu conheço um planeta onde há um sujeito vermelho, quase roxo.
Nunca cheirou uma flor.
Nunca olhou uma estrela.
Nunca amou ninguém.
Nunca fez outra coisa senão somas.
E o dia todo repete como tu: "Eu sou um homem sério! Eu sou um homem sério!" e isso o faz inchar-se de orgulho.
Mas ele não é um homem; é um cogumelo!
- Um o quê?
- Um cogumelo!
O principezinho estava agora pálido de cólera.
- Há milhões e milhões de anos que as flores fabricam espinhos.
Há milhões e milhões de anos que os carneiros as comem, apesar de tudo.
E não será sério procurar compreender por que perdem tanto tempo fabricando espinhos inúteis?
Não terá importância a guerra dos carneiros e das flores?
Não será mais importante que as contas do tal sujeito?
E se eu, por minha vez, conheço uma flor única no mundo, que só existe no meu planeta, e que um belo dia um carneirinho pode liquidar num só golpe, sem avaliar o que faz,
- isto não tem importância?!
Corou um pouco, e continuou em seguida:
- Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões e milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla.
Ele pensa: "Minha flor está lá, nalgum lugar..."
Mas se o carneiro come a flor, é para ele, bruscamente, como se todas as estrelas se apagassem! E isto não tem importância!
Não pôde dizer mais nada.
Pôs-se bruscamente a soluçar.
A noite caíra.
Larguei as ferramentas.
Ria-me do martelo, do parafuso, da sede e da morte.
Havia numa estrela, num planeta, o meu, a Terra, um principezinho a consolar!
Tomei-o nos braços. Embalei-o. E lhe dizia: "A flor que tu amas não está em perigo... Vou desenhar uma pequena mordaça para o carneiro... Uma armadura para a flor... Eu...".
Eu não sabia o que dizer.
Sentia-me desajeitado.
Não sabia como atingi-lo, onde encontrá-lo...
É tão misterioso, o país das lágrimas!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Massa!

"-ok senhor, me diga qual é a sua indagação?"
( whatafuck?! indagação?!)
quanto custa um barbeador elétrico?

blóóóóóguê ao contrario, saca só! ;D

faça um bobo, é bobo feliz!


neste feriado de 7 de setembro, faça o Lucas feliz!
presentei-o com esse ambicioso e ousado filme do aclamado diretor Stanley Kubrick!
Barry Lyndon é o maior clássico de fotografia da historia do cinema de hollywood! (rooooolíúúúúúúdí),
marcando em peso os tão esperados e bem vistos filmes que se passam na era vitoriana!
por favor váááá, o Lucas não pode ficar sem esse, ele tá quase completando a coleção do kubrick, precisa, precisa, precisa deste! pode ser de vaquinha (falando em vaca, festa da vaca dia 22 na joy em londrina) com os amigos, ganhado com dinheiro do bingo,
rifa, submarino.com, americanas.com, nããão importa!
HAHAHAHAHAHA, as vezes tenho dó do lucas!
segura o clichê, segura o clichê!
agarra o clichê, agarra o clichê!
abusa do clichê, abusa do clichê!
um viva as mentes brilhantes do nosso brasil, il, il!
;D

terça-feira, 4 de setembro de 2007

sabe quando...

frágil, sabe quando você se sente frágil,
que tudo parece ser de vidro ou cristal,
que em um simples toque desajeitado,
por simples disritmia cardíaca,
tudo pode se quebrar e as consequências seriam graves,
então,
as vezes tenho essa impressão sobre a vida.
queria ter corpo fechado,
gostaria que todos que eu gosto e me importo tambem tivessem,
assim poderia ficar tranquilo,
porque nenhum mal nos atingiria...
;/

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Só a Antropofagia Nos Une.

Almoço de domingo

Espanquei minha sogra neste fim de semana. Nunca faça isso, ainda mais se ela possui uma voz estridente como uma furadeira em ação sobre uma peça de metal. Uma voz de te furar o tímpano e provocar o inconcebível, excitar teu ímpeto e ativar descontroladamente o teu nervo do braço.
Na verdade, tudo aconteceu na hora do almoço, por ocasião do mastigar coletivo. Esse momento é especial, todo mundo sabe: as pessoas estão com fome, conversam só para passar o tempo enquanto a comida não chega. Então, os víveres tratados, bezuntados, regados, cozidos, assados e temperados são trazidos, e a atenção fica totalmente voltada para os pratos, o naco mais colorido e suculento, aquela parte pervertida do bicho que só você gosta, enfim. Mas a gente disfarça com conversas sobre futebol, por exemplo, para não parecer falta de ducação ou, em casos extremos, selvageria. Mas é um momento animal. Somos animalescos ao servirmos um bovino, largá-lo sangrando dentro do prato, o molho vermelho escorrendo sobre a louça branca. Enfim, à sogra.
Era mulher robusta, tipo as hildes norueguesas, porém velha e mais gorducha. Possuía as faces rubras e uns coxões semelhantes a um pernil de avestruz. Nos dávamos relativamente bem, dentro do que é possível se dar bem com uma sogra, até o mês passado.
Ela sempre foi gulosa e afeita a almoços extensos, que entravam a tarde toda. No primeiro mês de casamento, tudo bem. Tratei mal meu estômago quando solteiro, e, depois de casado, a coisa não mudou muito, pois minha mulher não é lá estas coisas na mesa. Ao ver aquele mundo de comida nos fins de semana e dia santo e data de comemoração geral e de aniversário, quase gozei. Era um troço que não acabava mais, umas vinte saladas, trocentos pratos quentes e mais trocentos frios, bifinho disso, escalopezinho daquilo. E havia ainda as entradas, bem-temperadas, que isso se pode dizer da minha sogra, um asno bucéfalo: de comida ela entende. E aquelas entradas eram de um tempero que vou te dizer, lembra algo como uma mistura entre a culinária da Floresta Negra e a lisboeta, umas carnes embutidas que ela mesma fazia, berinjela com pimenta, ahn, e queijos e azeitonas e cogumelo disso e cogumelo recheado e uma infinidade de criatividade para cozinhar e cozer pratos que benzadeus!
Ah, sim, o nome da minha sogra: Odete. Maria Odete. Horrível, reconheço, mas não fui eu quem escolhi. Bom, a Dona Odete, uma senhora de 64 anos, viúva, fez um suíno assado para o domingo de Dia das Mães. Foi uma cena. Pedi que ela me passasse o porco, um rico lombo assado, bem molhadinho, temperado com vinho branco, pouca pimenta e discreto alecrim. Ela passou o porco, depois serviu o vinho. As pessoas estavam concentradas nos pratos, sorriam. Quando a garrafa de vinho chegou até onde eu estava, minha cunhada me entregou o duralex com o pedaço de animal morto, devagar, pois estava pesado.
Não sei, algo se acendeu ou quebrou dentro de mim, perdi a concentração, o apetite, a noção de tempo e lugar. Não desmaiei, mas fiquei ali, não sei quanto tempo, feito múmia, o prato com o suíno numa mão, a outra caída junto ao corpo, a boca entreaberta (as pessoas me relataram meu estado), olhos parados num ponto indefinido. Segundo testemunhas, Dona Odete teve ganas de matar-me, com o olhar.
– O porco tá esfriando! O que deu nesse homem! Virou pedra? Tá me gozando, é?
Não tem vergonha, as pessoas todas esperando o porco, que tá esfriando na tua mão, seu retardado, e tu aí, há horas com esse prato na mão! Olha, eu tô por aqui contigo!, vomitava a dona Odete, colocando o dedo médio na garganta, aludindo uma quantidade invisível que se multiplicava dentro dela como bactérias de um iogurte. Sabe-se lá por que estava por ali comigo.
Mas eu não escutava nada. Até que numa piscada acordei do transe, porque aquilo foi um transe, epilético ou hipnótico. A mesa toda olhava pra mim, o pessoal com jeito de magoado, quiçá por eu ter atrapalhado os primeiros bocados.
Então, Dona Odete largou uma caçarola de salada de endívias, a boca contorcida num esgar de desgosto, e tac tac tac com os tamancos em redor da mesa, chegou-se ao meu lado. Eu ainda estava imóvel, não conseguia me mexer apesar de estar consciente. Minhas orelhas estavam quentíssimas, o suor escorria pelas mãos, sentia frio, queria sumir dali, nunca mais ver aquela gente, nem mesmo minha mulher.
Dona Odete chegou sua boca quebrada em vincos pelo tempo junto ao meu ouvido esquerdo, puxou seu melhor agudo e cuspiu:
– Então o retardado não escutou o que eu disse?
Quase me ensurdeceu. Senti um choque nos nervos do braço, que segurava ainda o prato de suíno. Num movimento automático, o membro obedeceu ao instinto, num repuxo forte. Primeiro foi o porco, que voou sobre o rosto de Dona Odete, plaft! Depois, o lombo espatifou-se no chão de parquet encerado, que formou, a exemplo de uma ilha, uma roda de molho suculento em volta de si. Molho também escorria pelos cílios da velha e boa parte dos seus cabelos. Um deperdício. Ela, porém, não mexia um nervo, como se, caso se movimentasse, a situação piorasse ou o porco lhe mordesse. Então, o pior: o prato seguiu o porco ligeiramente atrás, o prato que ainda abrigava um resto de molho e toda a iguaria que servia de adorno ao assado, atingiu a quina da cabeça da dona Odete em cheio. Ela demaiou, por sorte.
Isso tudo deve ter durado um segundo. A sorte se estendeu por mais um tempinho, com as pessoas se ocupando do bem-estar da parente, vendo o quanto estava machucada, era preciso removê-la dali e colocar-lhe gelo à testa, batatas em rodelas, pepinos, um banquete quem sabe. Aproveitei e sumi. Só vi minha mulher à noite. Veio com história, evidente, elas adoram uma cena, uma briguinha, uma encheçãozinha de domingo, especialmente na hora do Fantástico ou do jogo. Antes que ela terminasse a primeira frase, fui enfático como um general:
- Só vim dizer adeus.
Com isso, ganhei a rua. E minha liberdade de volta. Mas durou pouco, só a até a meia-noite, pois a covardia diante de uma possível volta à vida árida de solteiro foi maior que o medo da mulher. Bom, tenho de ir ver minha sogra, agora, com licença. Diz que ela está com um ovo verde do lado da testa.

Só a antropofagia nos une.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

eu recomendo!


Correndo pra Cachorro! (man about dog)


...A agilidade narrativa desta comédia dirigida por Paddy Breathnach, certamente bebeu nas sempre bem vindas influênciaas de Danny Boyle (Trainspotting). Quando o viciado em rinhas de cachorro Mo Chara (Allen Leech) e seus Comparsas, Scud (Ciaran Nolan)e Paulsy (Tom Murply), cruzam com o pouco amistoso agenciador de apostaas Mc Callion (Sean Mc Ginley) nos arredores de Balfast, se vêem forçados a fugir para a Irlanda, acompanhados pelo cão Cerberus. Só que o animal , a despeito de sua natureza, não parece gostar de correr, tornando-se um fardo para a trupe errante, que vende Cerberus para um cigano (Pat Shortt). Só quando é tarde demais descobrem que o cão poderia lhes render dinheiro que salvaria suas vidas.

sábado, 25 de agosto de 2007

consumismo desenfreado!










oquêêêê?
você ainda não tem os 4 cds e 2 dvds dos Los Hermanos?
mêêo, como você é newba! ;D
hahahaha, mais ó aproveita, promoção na americanas.com, por tempo determinado,
tem todos os "prensados" dos Los Hermanos, a preços incríveis, como por exemplo o 4 por R$12,99, e como se não bastasse, tem kits, tipo todos os cds + dvd no cine iris por apenas R$ 76,80. e dá pra parcelar! HoHoHo...
pegue seu cartão de credito e cooorre pro site, americanas.com

domingo, 1 de julho de 2007

i really need to know!


Tell me do you really think you go to hell for having loved?
Tell me and not for thinking every thing that you've done is good
I really need to know
After soaking the body of Jesus Christ in blood.

sábado, 30 de junho de 2007

Ask Me Anything!

I've got nothin' to say
I've got nothin' to say
I've got nothin' to say
I've got nothin' to say
I've got nothin' to give
Got no reason to live
But I will fight to survive
I've got nothin' to hide
Wish I wasn't so shy
I'd like to watch
I'd like to read
I'd like a part
I'd like the lead
But I've got nothin' to say
?!

sexta-feira, 29 de junho de 2007

quinta-feira, 28 de junho de 2007

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Dwight McCarthy say:


-Get me a hardtop with a decent engine and make sure it's got a big trunk.

vai fundo no scroll!

eu sei que post 'enooormes', não incentivam a leitura,
mais esse não podia faltar!

à propósito, esta maravilhosa foto, é a avenida Jabaquara em sp, em abril de 1976. e foi minha antiga amiga Dizzy, que me passou, acredito que foi a mãe dela que fotografou!
:D

a última noite.


A última noite
por Leonardo

Ele seguia torto e sem direção por aquela rua mal iluminada. Parece que tinham quebrado um poste, só suspeitava. Tinha acabado de sair de uma festa. Festa adolescente. Sexo, drogas e rock’n’roll. É até engraçado falar assim, parece tão antiquado. Ter 17 anos em qualquer época é só ter 17 anos.
Caminhava consciente mas não totalmente certo para onde rumava. Fumava. Suas mãos amareladas mostravam um antigo conhecedor do vício. Sempre odiou cigarro, quando criança, seus pais fumavam muito e o cheiro impregnava em toda sua roupa. Mas cresceu e vocês sabem, um trago ali pra aparecer outro aqui pra impressionar uma garota e acaba viciado. É sempre assim.
O cabelo em desalinho, fato que o deixava até certo ponto elegante, sentiu uma mão fria e nervosa puxando-o para dentro de uma casa que pensava não existir, por tão escondida. Tocava música clássica. Claire de Lune. O lugar era estranho, parecia um sonho feio. Meio zonzo, sentiu a mão o puxar para dançar e deixou-se levar. Agora encarava bem a pessoa. Lembrava sua avó. Era feia, enrugada, mas tinha um ótimo odor. E não era perfume, algumas pessoas cheiram bem e só isso.
A distinta senhora repousou-o numa poltrona antiga e gasta e saiu do cômodo. Ele sentiu-se bem, com dor de estômago, mas bem. Não sabia o que estava fazendo ali, mas gostou do lugar. Pegou um bombom de licor de menta na bombonière. Havia alguns quadros na parede, muito mal pintados. Apenas uma reprodução mal feita de um Picasso menor o interessou. Ele conhecia um pouco de arte, sua mãe o levava quase sempre a museus e exposições. Gostava de ver, mas achava as pessoas que freqüentavam esses lugares umas chatas e arrogantes. Apenas querendo mostrar aos outros o quanto eram inteligentes e superiores. Preferia ter uma boa conversa no bar da esquina, bebendo com aquele dono legal e bigodudo a estar numa rodinha de intelectuais homossexuais e babacas. Sim, era preconceituoso e não ligava pra isso. Quem quer ser politicamente correto que vá para os estados unidos.
Enquanto pensava e observava todos os detalhes da sala, a senhora voltou com uma xícara de café. Uma enorme xícara de café. Ele veio afavelmente e entregou-lhe a xícara e tomou um gole tímido, como se tivesse medo que ela tivesse posto algo no café.
por que a senhora me puxou pra cá?
eu preciso lhe falar uma coisa, garoto.
garoto? eu? ô, minha senhora, eu já tô com quase dezoito anos.
que bom... eu lembro quando eu tinha dezoito anos. Eu era feliz.
aaaaa, por favor. desculpe-me mas eu não tô afim de ouvir histórias da senhora. já sei, a senhora me chamou aqui pra ficar ouvindo as suas histórias e suas lembranças porque ninguém mais a ouve, seus quatro filhos e dez netos nunca vieram ver a senhora e me pegou na rua porque pareço com alguém que a senhora se apaixonou mas não casou com ele porque ele era filho de fazendeiro e estava de casamento marcado e a pessoa com quem ele iria se casar era sua amiga, daí a senhora foi no casamento e tentou roubá-lo como o Dustin Hoffman fez com aquela moça, filha da mulher que ele comeu na Primeira Noite de um homem. Eu até gosto daquele filme, aquela música do simon e garfunkel é relaxante e me lembra uma garota de olhos cor-de-mel.
como os homens dessa idade são babacas.
Disse isso, levantou-se e seguiu para outro canto escuro da casa. Ele sentiu-se mal e seu estômago ajudou-o a deprimir-se. Tomou a xícara de café inteira e ficou observando os desenhinhos da xícara. Levantou-se e procurou pela mulher, ela estava de costas para a porta vendo uns recortes de jornal e algumas fotos. Procurou não olhar, não ser intrometido. Observou-a melhor. Ela tinha um belo corpo pra idade, com certeza quando era jovem era muito bonita. Percebia isso pelos traços e parecia também ser uma mulher muito fina, uma dama. Tipo aquelas mulheres cheias de graça que aparecem nas colunas sociais todo domingo nos jornais. Viu a gaveta da cômoda entreaberta e percebeu várias jóias, que só aumentaram a sua ‘suspeita’ daquela mulher pelo menos ter sido ‘alguém importante’.
eu tenho uma doença rara e posso morrer a qualquer momento.
Nisso caiu uma lágrima dos olhos tristes da senhora. O coração dele apertou e sentiu um calafrio estranho. Sentia-se, agora, tão íntimo dela. Era estranho. Tentou apenas não ser indiferente.
meus pêsames. isso é tudo que as pessoas me dizem.
viu... me desculpe pelo o que eu disse na sala.
udo bem, tô acostumada com meninos de 17 anos.
Não entendeu, mas prosseguiu.
minha senhora...
meu nome é maria, pode me chamar pelo nome. nome de santa.
Nisso, sorriu amargamente e olhou pra cima, como todos fazem, pedindo ajuda divina pra algum problema ou apenas querendo explicações lógicas para todas as coisas ilógicas que acontecem na sua vida.
dona maria...
não sou dona de nada nesse mundo.
tá bom, maria, não quero ser indelicado mas o que a senhora quer de mim?
bem, por toda a minha vida eu fui prostituta...
Os olhos arregalaram-se.
...e quando te vi passando, é você estava certo numa coisa: você é idêntico a uma pessoa com a qual eu me apaixonei. ele era lindo, o homem mais lindo que já conheci. a gente namorava, eu era completamente apaixonada por ele, mas ele não sabia que eu era prostituta. uma vez um amigo dele me viu e contou pra ele. nunca mais o vi. soube que casou com uma mulher bonita, filha de um gerente de banco. continuei vivendo assim até alguns anos atrás, quando larguei da ‘profissão’. só fiquei com um cliente, um político aí que me sustenta. a maioria dessas jóias foi ele quem me deu e aqueles quadros na parede da sala foi a mulher dele que pintou e deu pra ele pôr no escritório dele.
nossa, que história, dá um livro.
um livro não sei, mas deve ser legal escrever uma história assim. se você quiser...
é pra isso que a senhora me pegou?
não, eu falei pra você da doença, né? então, eu posso morrer a qualquer momento e como você me apareceu de repente e lembrou-me dele eu queria...
Nesse instante ela esperou um pouco, pensou. Talvez tenha pensado em não dizer o que realmente queria dizer. Levantou-se e foi até ele, pegou na mão dele e disse com uma voz doce, de quem realmente já foi prostituta um dia.
queria que você fosse meu último homem.
Sua primeira reação foi de espanto. Tirou a mão dela da sua e afastou-se. Ela percebeu o espanto e tentou pedir desculpas. Enquanto ela ensaiava as primeiras palavras ele deu-lhe um beijo. Ela foi a sala e pôs música clássica de novo. Agora Chopin. Fez todo o ritual de sexo que fazia com seus clientes. Ele sentia-se estranho, mas não incomodado. O corpo dela, claro, era diferente. Velho, usado, quase morto. Não chupou os peitos dela nem a xoxota. Não teve coragem, mas não disse nada. Ficou por baixo e ela fez o serviço sozinha. Foi o sexomais mecânico que fez. Gozou. Ela chupou-o e limpou-o. Dormiram o dia inteiro. No dia seguinte, acordou quase de madrugada. Ela dormia. Pôs sua roupa amarrotada e suja, deu um singelo beijo na testa dela e passou a mão sobre os cabelos pintados de negro. Antes de sair, colocou música clássica bem baixinho pra ela ouvir. Saiu pela porta sentindo-se homem. Não sabia porque. Só sentia.
Prometeu a si nunca mais passar naquela rua. E realmente nunca mais passou (ou fez o possível para não passar). No entanto, procurou durante o resto da sua vida o nome dela nos óbitos nos jornais.

domingo, 24 de junho de 2007

A Cegonha Chegou!

lembra que eu tinha dito que meu amigo Marcelo, iria ser papai?!



o dono dessas bochechas fofas é Marcelo Júnior, que nasceu na quinta feira as 11hrs e 50min (bebê britânico, chegou antes!), com 2,805 kg e 48cm e faz três dia que seu pai não dorme de tanta felicidade! :D
esta é a primeira foto publicada do bebê, que tio mais orgulhoso, hãn! :}
cresça logo, Marcelinho!

enquanto isso...

...em Glastonbury!

sábado, 23 de junho de 2007

Glastonbury.


"Glastonbury, Inglaterra - o maior festival de música e artes realizado ao ar livre do mundo, começou ontem sexta feira com número recorde de 177.500 pessoas enfrentando a chuva para ouvir os roqueiros ingleses do Arctic Monkeys (na foto), a islandesa Björk e o assombroso som da banda canadense Arcade Fire..."

entre as demais bandas que se apresentam nesta sexta-feira estão o Kasabian, Bloc Party, Modest Mouse, Bright Eyes, Super Furry Animals, Fratellis e Mr Hudson and the Library

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! :B

quarta-feira, 20 de junho de 2007


tô doente, o comentário fica pra amanha! :/

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Rufus Wainwright




Rufus Wainwright, ou 'the gay messiah' como é conhecido por cantar uma música sobre um messias gay que iria renascer, vindo de um filme pornô dos anos 70. é um dos cantores folk mais prestigiados do momento, com fãs famosos, como Elton John, Michael Stipe e Martin Scorsesse. Wainwright de 33 anos não se deixa abalar e é também um dos mais expressivos ícones gay masculinos da atualidade, falando abertamente de seus amores em suas canções, sem cair na retórica reacionária ou "heterofóbica", Rufus prova que seu talento não se difere a sua opção sexual.filho dos cantores Loundon Wainwright e Kate McGarrigle, conhecidos no cenário folk dos anos 70, já excursionava com os pais em suas turnês com 13 anos de idade, talvez isso explica a sua paixão por ópera, uma grande inspiração para Rufus, que considera muita mais que música, uma religião.mas não foi só o passado de artista mirim que conturbou a vida de Rufus. quando saiu do armário, aos 14, conheceu um homem mais velho em um pub em Londres, o que prometia ser um passeio romântico em um parque resultou num estupro e um Rufus paranóico pelos anos seguintes e com medo de se relacionar com outras pessoas. logo após o ataque, o sr. Wainwright, passava longas horas ouvindo o "Réquiem" de Verdi, antes de ser enviado pelo pai ao MillBrook (NY), colégio interno que inspirou o filme "Sociedade dos Poetas Mortos".Em seu novo álbum "Release the Stars", o Sr. Wainwright apenas reafirma seu talento e cria seu trabalho mais acessível ao grande público, mas nem por isso diminui a qualidade. o álbum é muito bem estruturado, como toda boa música folk, seja pela influencia 'operística' ou pela beleza 'pianística'. a essência de seu criador em uma melodia simples e uma letra coesa, Na verdade soa como o mesmo Rufus de sempre só que mais feliz.


para baixar:
Rufus

mais vale um tapa na cara!



- Será que eles já foram embora?
- Não sei...
- A gente não pode ficar aqui para sempre.
- Eu sei disso, mas o que a gente pode fazer? Tu quer arriscar sair daqui?
- Ai, ai, é arriscado.
- Pois é, se a gente sai e eles ainda estão aí, eles podem pegar a gente, mas se eles já tiverem saído, a gente finalmente vai poder sair daqui.
- O que você acha melhor?
- O que você decidir para mim está bom.
- Mas dá a tua opinião, só para mim poder decidir democraticamente.
- Democraticamente?
- É, e eu só posso fazer isso se você me disser a sua opinião.
- Me desculpe, mas eu acho que a democracia não funciona. Sou a favor de ter um ditador. Como dizia meu avô: "Democracia é burocracia."
- Vamos deixar de lado as opiniões pessoais e vamos decidir de uma vez se nós saímos ou não daqui.
- Eu acho que se nós sairmos, há duas possibilidades: Eles podem estar ou podem não estar ali.
- Não brinca.
- Sério, é só você pensar.
- Eu sei disso, estou apenas sendo irônico.
- Ahn?
- Esquece. Agora, no momento, nós temos que discutir o que faremos, se sairemos desse lugar ou se continuaremos aqui, e, caso decidamos por continuar aqui, temos que decidir por quanto tempo ficaremos, porque não podemos ficar aqui para sempre.
- Porque não?
- Ora essa "por que não?", porque não, não temos como ficar aqui para sempre.
- Como não? Temos tudo aqui.
- Pare com isso! Não vamos e nem podemos ficar aqui para sempre, certo?
- Errado. Podemos ficar aqui para sempre, e, se quisermos, ficaremos aqui para sempre.
- Ficaríamos.
- Como?
- Ficaríamos, se eu quisesse.
- Porque? E se você não quisesse?
- Daí não ficaríamos.
- Você pensa que manda em mim? Você acha que se você não quiser ficar, não ficaremos?
- Claro. Não ficaremos, mas você, se quiser, é claro, ficará.
- Só se eu quiser.
- É lógico.
- Ah tá.
- Hummm.
- Hummm, o quê?
- Não está ouvindo?
- O quê?
- O que você ouve?
- Nada.
- Ora nada? Você ouve o som, certo?
- Certo.
- Então, quando eu pergunto se você ouve, você não pode perguntar "O quê?", pois é claro que eu estou me referindo a algum som.
- Tá, mas que som?
- Não sei, mas é um som.
- Agora eu também estou escutando.
- E o que você está escutando?
- O som.
- Tá, mas que tipo de som?
- Não sei, parece som de... de... de...
- De...?
- Ar se movendo.
- Só isso?
- Só.
- Ah, eu não aguento mais ficar aqui.
- Porque não?
- Não sei, aqui eu me sinto preso...
- Preso? Aqui nós temos bastante espaço para se mexer...
- Eu sei, mas é uma coisa... Não consigo explicar...
- Onde você se sente bem?
- Em casa.
- Sua casa é grande?
- Não muito.
- E você sai de casa?
- Não. Na verdade, só saio para trabalhar.
- E porque você não sai de casa?
- Ah, você sabe, é muito perigoso.
- Então, o que você quer melhor do que isso? Temos espaço e estamos seguros aqui.
- Certo, mas a diferença é que na minha casa eu tenho a OPÇÃO de sair de lá, enquanto aqui eu não tenho opção, a não ser ficar aqui dentro.
- Mas e se você tivesse opção, sairia daqui?
- Talvez.
- Sairia ou não?
- Impossível saber, a não ser que me fosse dada a opção.
- E se eu te disser que aquele barulho que eu ouvi foi de gente saindo?
- Eu, provavelmente, sairia, porque eu aguardava a opção de sair, e é possível que esse desejo reprimido me forçasse a sair assim que a opção foi dada. Você ouviu mesmo o som de gente saindo?
- Não.
- Então porque você fez esse joguinho, fazendo de conta que tinha ouvido? Hein, hein?
- Calma, ficar nervoso e violento não vai adiantar de nada.
- Desculpe, mas eu fico nervoso com essa idéia de não ter opção, de ser forçado a fazer uma coisa que eu não quero.
- Nós temos opção: Sair ou ficar.
- E qual você acha a melhor?
- Acho melhor você decidir.
- E eu acho melhor...
- O quê?
- Você não ouviu o barulho agora?
- Não.
- É impossível você não ter ouvido.
- Claro que é possível. Tanto é que eu não ouvi. Barulho de quê?
- Não sei, mas foi um barulho alto, como de uma batida.
- Batida de quê?
- Não sei, só sei que foi uma batida.
- Será que eles saíram agora?
- Ou será que eles entraram?
- Puta merda.
- O que?
- Não tinha pensado na hipótese de eles terem entrado.
- E agora, o que fazemos?
- Nada.
- Nada? Como assim?
- Nada. Fica aí, eu fico aqui, e se acontecer alguma coisa, a gente sai correndo. - Mas e se não acontecer nada?
- Vai acontecer.
- Como você sabe?
- Porque sempre acontece alguma coisa. A vida é nada mais nada menos que uma sucessão de acontecimentos.
- Mas e quanto tempo demorará esse acontecimento?
- Isso eu não sei.
- E se demorar anos?
- ...
- Temos que tomar uma decisão já.
- Porque agora?
- Porque sim.
- Porque essa pressa? Podemos esperar até que algo aconteça, para só então sairmos.
- Raciocina: Se acontecer alguma coisa, essa coisa será ruim, pois a única coisa que pode acontecer é eles entrarem aqui, então, ficando aqui, estamos perdendo tempo.
- Tempo de quê? O que você estaria fazendo agora, se não estivesse aqui?
- Estaria, provavelmente, assistindo TV.
- Então que tempo você estaria perdendo?
- Tempo de assistir TV.
- Oh, que tempo precioso...
- Melhor do que ficar aqui com você.
- Se você acha isso, então porque não sai?
- Porque tenho medo.
- Medo de quê?
- De eles estarem ali fora.
- Já que você não está gostando da minha companhia, eu vou sair.
- Eu vou ficar.
- Tudo bem, não quero que venha comigo.

- Você vai sair agora? Êi, êi, espera aí... Saiu. Eles estão aí fora? Ôohh! Tá me ouvindo aí de fora? Me diz alguma coisa...

acabou-se oque era doce!

... e lá se foi o final de semana!
éé, concordo, dois dias é muito
pouco para se fazer tudo que
você tem de direito, afinal você
trabalhou a semana inteira,
se esforçou durante sete dias
para ter direito a dois que
passam mais rápidos que um
no meio da semana, não é justo!
*em quadro na foto, a minha gata canela, a tv e o edredom.

domingo, 17 de junho de 2007

a cegonha tá chegando!

tá,
ainda não decidi sobre o que esse blog vai falar,
mais vou compartilhar uma boa noticia que acabei de receber;
o neném do meu amigo Marcelo, chega na quinta, e tem até hora marcada, as 13h30m, bebê britânico, outra coisa!
quem diria, que em tão pouco tempo as coisas mudariam tanto, é engraçado como o tempo passa e as coisas acontecem...
muita saúde para o bebê...

sábado, 16 de junho de 2007

alô, teste, teeeste, som, sooom!

é regra o primeiro post ter que se parecer com um começo, uma introdução?
mais afinal, começo do que, introdução pra que?
pois bem, confesso que ainda não sei por que razão, motivo ou circunstância estou criando um blog, também não sei se o mesmo terá um meio, garanto apenas um fim, então...